
O guia definitivo sobre a nova classe de ativos que está revolucionando o mercado de crédito privado no Brasil
O relatório completo é substancialmente mais detalhado, contendo dados, análises de risco e projeções completas que não constam neste resumo. Você receberá por e-mail o link para baixar o documento integral.
A Renda Fixa Digital combina instrumentos de crédito conhecidos, como certificados de recebíveis, CCBs e notas comerciais com uma camada de registro e operação digital para reduzir ineficiências de acesso, custo, transparência e liquidez.
infraestrutura onde transações ficam registradas e auditáveis.
processo de registrar direitos sobre um ativo real (RWA) em blockchain; o resultado é um token.
representação digital dos direitos econômicos vinculados a um ativo real, que pode ser um imóvel, uma ação ou CRI, por exemplo.
programa que executa regras do ativo automaticamente de acordo com condições pré-estabelecidas (ex.: pagamento de juros no 5º dia útil de cada mês), reduzindo intervenção manual.
Boa parte do universo de ativos de renda fixa ainda depende de processos manuais e de vários prestadores de serviços, elevando custo e atrito e limitando o acesso do investidor a certas oportunidades.
| Gargalo | Implicação Prática |
|---|---|
| Acesso restrito | Ativos com estruturas mais sofisticadas, como CRIs, CRAs e FIDCs, muitas vezes são concentrados em institucionais ou qualificados. |
| Baixa liquidez | Vender antes do vencimento pode exigir deságio, dada a dificuldade de se encontrar compradores para tickets altos e os trâmites manuais envolvidos na liquidação. |
| Custo de estruturação | A necessidade de diversos prestadores para custódia, escrituração e gestão fiduciária encarecem as operações, inviabilizando tickets menores e reduzindo spreads. |
| Transparência limitada | Dependência de relatórios e conciliações manuais elevam risco de erro e dificultam auditoria. |
| Burocracia e fricção | Registros desconectados geram reconciliação manual e retrabalho para pagamentos e distribuição de proventos. |
Ativos com estruturas mais sofisticadas, como CRIs, CRAs e FIDCs, muitas vezes são concentrados em institucionais ou qualificados.
Vender antes do vencimento pode exigir deságio, dada a dificuldade de se encontrar compradores para tickets altos e os trâmites manuais envolvidos na liquidação.
A necessidade de diversos prestadores para custódia, escrituração e gestão fiduciária encarecem as operações, inviabilizando tickets menores e reduzindo spreads.
Dependência de relatórios e conciliações manuais elevam risco de erro e dificultam auditoria.
Registros desconectados geram reconciliação manual e retrabalho para pagamentos e distribuição de proventos.
O valor adicionado pelo registro digital de uma operação financeira reside nos ganhos observáveis na cadeia de valor dos ativos.
As vantagens mais comuns são:
| Problema | Solução Típica | Benefício |
|---|---|---|
| Acesso restrito | Fracionamento | Viabiliza entradas pequenas em ativos de alto valor. |
| Risco operacional e de contraparte | DVP atômico (Entrega vs. Pagamento) | Liquidação simultânea do ativo e do pagamento correspondente. |
| Custo e burocracia | Smart contracts | Automatizam regras e reduzem retrabalho; pode haver economias operacionais relevantes. |
| Transparência | Registro imutável | Cria trilha auditável de titularidade e transações, com regras verificáveis. |
Viabiliza entradas pequenas em ativos de alto valor.
Liquidação simultânea do ativo e do pagamento correspondente.
Automatizam regras e reduzem retrabalho; pode haver economias operacionais relevantes.
Cria trilha auditável de titularidade e transações, com regras verificáveis.
Ponto de atenção: em geral, a infraestrutura digital não altera o risco de crédito da Renda Fixa Digital. Ela reduz fricções e aumenta transparência, mas o principal risco econômico continua no lastro.
Uma oferta de Renda Fixa Digital pode ser decomposta em quatro componentes:
o RWA que gera fluxo de caixa, que pode ser um recebível, CCB, nota comercial...
o "empacotamento" que transfere direitos aos investidores, incluindo regras pré-estabelecidas sobre prazo, rentabilidade e responsabilidades dos players envolvidos.
camada que traduz o direito jurídico em registro digital e automatiza regras.
a prateleira da oferta, com deveres de diligência, onboarding (KYC/suitability/termo de risco) e segregação patrimonial.
No Brasil, o perímetro regulatório se divide em duas frentes:
No Brasil, a maior parte das ofertas pulverizadas para PMEs opera sob a Resolução CVM 88, que trata do crowdfunding. Operações maiores ou mais complexas tendem a usar a RCVM 160, que rege as ofertas em geral, e a exposição via fundos segue a RCVM 175. Se houver atuação típica de SPSAV (Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Digitais), entra também a camada do BCB.
Este é um resumo dos fundamentos
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A análise de riscos da Renda Fixa Digital implica observar seis conjuntos de fatores: crédito, plataforma, registro digital, mercado, regulação e tributação.
| Grupo | O que checar | Evidência Mínima |
|---|---|---|
| Crédito | Pagador, lastro, garantias, subordinação | Título e garantias formalizados |
| Plataforma | Governança, custódia, segregação, conciliação | Papéis definidos e política de custódia |
| Registro digital | Rede, smart contract, contingência | Histórico estável e auditoria quando aplicável |
| Tributação | Regime do ativo subjacente e custódia | Documentação que sustente a tese do lastro |
Pagador, lastro, garantias, subordinação
Título e garantias formalizados
Governança, custódia, segregação, conciliação
Papéis definidos e política de custódia
Rede, smart contract, contingência
Histórico estável e auditoria quando aplicável
Regime do ativo subjacente e custódia
Documentação que sustente a tese do lastro
A plataforma de investimento origina e seleciona ativos. Por isso, o primeiro passo da análise de risco é observar o histórico de inadimplência e capacidade de executar garantias.
Como grande parte dos originadores são PMEs com poucos dados publicamente disponíveis para analisar a sua capacidade histórica de pagamento, é preciso focar nos indicadores de saúde financeira, resiliência do setor, destinação do recurso e LTV (Loan-to-Value, o índice de cobertura da dívida pelo valor da garantia).
Nos casos de inadimplência, a cobrança depende de documentação. Deve-se verificar se o lastro é título executivo extrajudicial (ex.: CCB) e se existe custódia do documento original.
O próximo passo é a análise de liquidez da garantia: quanto maiores as chances de se liquidar o ativo no curto prazo, maior a segurança do investidor.
Em estruturas securitizadas, também é importante validar regras de senioridade, ou seja, o cascateamento de eventuais perdas entre diferentes grupos de investidores.
O primeiro ponto de atenção é a separação de funções. Em muitos casos, a mesma empresa participa de originação, estruturação e distribuição, aumentando o risco de conflito de interesse e de decisões de crédito pouco transparentes. Por isso, a análise começa pela identificação clara de quem faz o quê e quais são os mecanismos de controle e prestação de contas.
O segundo ponto é a custódia, que define como o investidor prova titularidade e como se dá a movimentação do ativo. A estrutura tende a ser mais robusta quando existem regras claras de responsabilidade, trilha de auditoria e controles que evitem movimentações unilaterais.
O terceiro ponto é a segregação patrimonial, que reduz o risco de contágio entre o patrimônio da plataforma e os recursos dos investidores. Na prática, isso depende de contas e carteiras segregadas, rotinas de conciliação e evidências de que os saldos de clientes não se confundem com o caixa operacional.
Por fim, há o risco de descasamento entre o registro digital e a documentação do lastro. A qualidade da operação tende a ser maior quando existe um processo padronizado de conciliação e guarda documental.
O risco tecnológico se concentra em dois elementos: a infraestrutura de registro e o código que executa regras da operação.
No caso da infraestrutura, o que mais pesa é a estabilidade operacional. Redes blockchain com histórico de interrupções, incidentes recorrentes ou concentração excessiva de validadores elevam o risco de indisponibilidade e de problemas de liquidação. A análise normalmente considera histórico de funcionamento, maturidade do ecossistema e capacidade de suporte.
Quando a operação depende de automação relevante, o risco se desloca para a aderência entre termos jurídicos e execução técnica. Divergências entre o que está no contrato e o que o código executa criam ambiguidade em eventos de estresse. Estruturas mais maduras costumam ter documentação técnica clara, controles de mudança e, quando aplicável, auditoria independente do componente automatizado.
Em Renda Fixa Digital, a liquidez tende a ser limitada por fragmentação: seguindo restrições da própria Resolução CVM 88, cada plataforma forma um "silo" próprio de negociação, não podendo listar ofertas constantes nas demais.
Em ofertas de perfil pulverizado, a negociação subsequente frequentemente se comporta como um ambiente de interesse de compra e venda, sem garantia de execução em preço e prazo. Por isso, a leitura conservadora trata a Renda Fixa Digital como instrumento de carrego até o vencimento.
A regulação em Renda Fixa Digital segue a lógica da substância econômica. O enquadramento depende do que está sendo ofertado ao investidor (exemplo: certificado de recebíveis), e não da tecnologia usada para registro (a tokenização). Assim, o risco regulatório aparece quando há desalinhamento entre a estrutura do produto e o regime aplicável à oferta.
Na prática, ofertas voltadas a PMEs e pulverização de investidores costumam se organizar sob a RCVM 88, enquanto operações de maior porte e complexidade tendem a se aproximar do regime de ofertas públicas gerais (RCVM 160). Quando o acesso do investidor ocorre via fundos, o enquadramento passa a depender das regras aplicáveis à constituição e funcionamento do veículo (RCVM 175), com responsabilidade reforçada dos prestadores do fundo.
Além disso, pode existir uma camada regulatória ligada à infraestrutura quando a plataforma presta serviços com ativos virtuais, como custódia, troca, transferência ou liquidação envolvendo criptoativos e stablecoins. Nesses casos, segundo as Resoluções 519, 520 e 521 do BCB, aumentam as exigências de controles, rastreabilidade e conformidade operacional.
O tratamento fiscal tende a seguir o lastro, ou seja, o instrumento econômico a que se tem exposição. Por isso, a primeira etapa é identificar qual é o ativo subjacente e qual regime normalmente se aplica a ele (por exemplo, títulos de crédito e instrumentos de renda fixa com IR retido na fonte e, quando aplicável, tabela regressiva). Em operações estruturadas, também pesa o veículo (securitização, fundos) e quem faz a intermediação, com eventuais afetações sobre retenção, informes e rastreabilidade.
O principal risco aparece quando a operação é tratada como"cripto" de maneira genérica, sem documentação que comprove a natureza do lastro e a relação jurídica entre investidor e ativo. Sem trilha documental e informes consistentes, cresce o risco de divergência de entendimento e de tributação por ganho de capital, além de complicações de declaração.
O capítulo completo de análise de riscos inclui metodologias detalhadas, checklists práticos e frameworks para avaliação de ofertas. Receba o relatório integral no seu email.
Tenha acesso ao relatório completo:
Volume total ofertado em 2025, distribuídos em 614 emissões, com taxa de sucesso de captação de 99,7%.
Tamanho da maior captação de Renda Fixa Digital em 2025.
A leitura estrutural é de um mercado ainda jovem, com foco relevante em crédito privado e alto yield, e com diferenças marcantes entre operações de varejo e operações institucionais.
A base primária usada no mapeamento é o RWA Monitor, com recorte até 31 de dezembro de 2025. A base captura ofertas públicas durante a captação, enquanto emissões privadas ou restritas podem aparecer com atraso, após o encerramento. Também existem plataformas fora do perímetro de monitoramento.
Ainda assim, a amostra é representativa do mercado regulado e permite extrair padrões consistentes de ticket, prazo, indexador, rentabilidade e concentração do ecossistema.
A concentração em operações pequenas reforça o papel de democratização da Renda Fixa Digital: PMEs usam esses veículos para captar com rapidez e eficiência; e os investidores encontram oportunidades de crédito privado que não eram acessíveis anteriormente.
Enquanto isso, dez operações acima de R$ 50 milhões indicam que o público institucional está buscando as vantagens de eficiência e transparência da tokenização como infraestrutura no mercado de crédito privado.
A distribuição de prazos em 2025 mostra preferência por curto e médio prazo em quantidade, com concentração de volume nas operações longas.
Os dados indicam que há uma relação positiva entre prazo e volume: operações maiores tendem a carregar prazos mais longos, enquanto o grande volume de emissões curtas reflete a demanda de PMEs por antecipação de recebíveis e capital de giro.
Também na decomposição por indexadores, o mercado demonstra perfis diferentes entre as captações menores e as de padrão institucional.
Emissões pré-fixadas representam 75,3% do total.
Emissões indexadas ao CDI lideram em termos de volume: 53,67%, com R$ 1,78 bilhão, apesar de apenas 18,9% das emissões serem indexadas à taxa.
Essa assimetria se explica pelo perfil: pré-fixados concentram operações menores e curtas; CDI aparece mais em estruturas maiores e de prazo mais longo, demonstrando maior preocupação com os riscos de mercado embutidos em taxas pré-fixadas.
A relação entre prazo e indexador reforça esse padrão:
Nota metodológica: a rentabilidade foi estimada para 579 emissões com base no cenário realizado de 2025: CDI de 14,32% a.a., IPCA de 4,83% e variação de USD de -11,77% no ano.
Rentabilidade média estimada
0,00% ao ano
Rentabilidade mediana
0,00% ao ano
Efeito câmbio (USD): emissões indexadas ao dólar tiveram rentabilidade negativa em 2025 (-4,31% em média) por causa da apreciação do real. Esse comportamento é coerente com risco cambial e tende a fazer sentido apenas quando a exposição em moeda estrangeira tem função clara no mandato.
O ecossistema é concentrado: os first movers capturam praticamente todo o volume. No recorte varejo (excluindo a Veri, com 68,9% do volume total), Mercado Bitcoin, Zuvia e Liqi concentram 96,9% do montante captado.
A dinâmica competitiva, no entanto, já mostra entrada de novos participantes:
A especialização por plataforma é um traço relevante do mercado. Excluindo-se Mercado Bitcoin e Foxbit, que contam com prateleira diversificada entre múltiplas categorias, as casas têm focado a sua atuação em produtos específicos.
A análise setorial aponta nichos com rentabilidades médias acima da média:
Tecnologia
0,00%
Educação
0,00%
Setor Público
0,00%
Outros setores em destaque são o Financeiro, que apresenta rentabilidade média de 19,55% (representando 73,2% das emissões), o Agronegócio, que aparece com 18,92%, com retornos consistentes para o perfil de garantias típico do segmento.
A segmentação por faixa de rentabilidade organiza o mercado em cinco blocos:
A infraestrutura blockchain aparece como escolha estratégica das plataformas, associada a diferentes estruturas de custo e compatibilidade operacional. Em quantidade de emissões, a rede Polygon lidera, seguida por XDC Network e Plume.
Para o investidor, a rede costuma ter impacto limitado na experiência final, enquanto lastro e estrutura seguem como as variáveis centrais.
Em 2025, o mercado ganhou tração ao longo do ano, mas a virada aconteceu no 2º semestre: R$ 2,83 bilhões entre julho-dezembro (84,8% do total), versus R$ 507 milhões até junho.
Outubro foi o principal pico do período, combinando volume e atividade: R$ 1,11 bilhões (≈ 33% do ano) e 87 emissões (≈ 14,65% do total).
Com a aceleração do 2º semestre, o ticket médio mudou de patamar: de R$ 2,34 milhões até junho para R$ 5,6 milhões no ano (R$ 7,5 milhões considerando apenas o 2º semestre). Em conjunto, isso sugere não só mais recorrência de ofertas, mas também maior presença de operações maiores dentro do ecossistema.
Esse padrão é coerente com o mercado tradicional de debêntures, em que o 2º semestre historicamente concentra maior volume de emissões (ANBIMA).
Para o profissional de investimento, as implicações práticas são claras:
O mercado de Renda Fixa Digital está passando pela transição entre disrupção inicial e absorção institucional. Os profissionais que dominarem este ecossistema nos próximos 12 a 24 meses estarão preparados para capturar as oportunidades que emergirão com a institucionalização projetada para 2026.
O mapa completo do mercado inclui tabelas detalhadas, análises por segmento, comparativos de plataformas e projeções para 2026.
Objetivo: Estabelecer critérios objetivos para a alocação de acordo com o perfil e aversão a risco do investidor.
Função no portfólio: renda/carry, diversificação de crédito, alternativa ao crédito privado tradicional, tática de curto prazo ou construção de uma"perna" ilíquida.
Restrições essenciais:
Objetivo: reduzir o risco operacional e de plataforma das aplicações em Renda Fixa Digital.
A curadoria é baseada nas respostas para perguntas que se organizam em quatro pilares:
Qual o regime de oferta mais típico e como a plataforma cumpre deveres informacionais.
Quem faz o quê (originação, análise, formalização, custódia, cobrança, recuperação).
Segregação de recursos, trilhas de auditoria, conciliação entre "registro digital" e documentação do lastro.
Indicadores de performance (quando existirem), padrões de relatório e postura em eventos de estresse.
Objetivo: transformar uma prateleira grande em uma lista curta de oportunidades comparáveis.
Os principais critérios para exclusão de produtos leva em consideração:
Regras de exclusão:
Objetivo: consolidar as informações sobre crédito, estrutura, operacional e tecnologia em linguagem pronta para aprovação em comitê.
As quatro camadas de análise levam em consideração:
Objetivo: operacionalizar sem surpresas e manter governança até o vencimento.
Execução:
Monitoramento:
Em 2025, a Renda Fixa Digital consolidou escala e padrões mais claros de oferta. O mercado mostrou dois blocos convivendo no mesmo ecossistema: um núcleo de operações menores, frequentes e de curto prazo, e um conjunto reduzido de operações grandes que concentra parte relevante do volume.
A liquidez, no entanto, permaneceu limitada na maior parte dos casos, mantendo o carrego até o vencimento como premissa dominante.
Em 2026, quatro vetores tendem a orientar a evolução do mercado:
O amadurecimento do regime aplicável à maior parte das ofertas, com maior clareza de enquadramento e deveres informacionais, tende a elevar a comparabilidade entre operações e reduzir assimetrias de informação.
A consolidação de exigências sobre controles, segregação e rastreabilidade tende a aumentar a barreira operacional e reduzir o espaço para estruturas frágeis.
O crescimento do acesso por fundos e mandatos profissionais tende a elevar o padrão de diligência, governança e documentação, aproximando parte do mercado de práticas do crédito privado tradicional.
A expectativa é de melhorias pontuais de liquidez dentro de plataformas, embora sem transformar Renda Fixa Digital, por padrão, em ativo líquido.
Esses vetores sugerem uma composição mais orientada a operações maiores, com maior presença de indexadores como CDI em volume e maior especialização por plataforma. Para o profissional de investimento, o diferencial continua sendo processo e governança para garantir a atuação segura com o novo universo de ativos.
Este foi apenas um resumo. O documento integral contém todas as análises aprofundadas, dados exclusivos, frameworks práticos e perspectivas detalhadas para 2026.
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